July 26, 2025

Andar junto, ouvir e ser amigo

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"Vocês são meus amigos se fazem o que Eu mando"
.Jo 15: 14
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July 25, 2025

Eu me rendo

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July 24, 2025

Vislumbre do Céu

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( quando os Céus tocam a Terra )
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July 23, 2025

Ouvir e ver, um apocalipse para hoje

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- Ricardo Barbosa

Todos nós ouvimos uma ou mais vozes e seguimos pessoas ou ideias. Ninguém escapa. A pergunta que precisamos nos fazer é: que voz estou ouvindo e a quem eu sigo? Jesus afirmou que suas ovelhas ouvem a sua voz e o seguem. É por isso que uma das disciplinas espirituais mais importantes no discipulado é ouvir.

No Antigo Testamento, o “shemá Israel – ouve Israel” é o chamado inicial para a confissão de fé do povo de Deus: “O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor”. O povo precisava ouvir esse chamado até que ficasse gravado no coração e na mente. Tanto nas parábolas, como nas mensagens às igrejas do Apocalipse, a exortação comum é: “Quem tem ouvidos, ouça”. O reino de Deus vem pelo ouvir.

O apóstolo João, no livro de Apocalipse, nos mostra a importância da disciplina de ouvir. Apocalipse é uma revelação – de Jesus Cristo, sobre Jesus Cristo. É como um pacote que vai sendo desembrulhado até ser revelado o que ele contém. É Jesus mostrando para João, e para todos nós, quem ele de fato é. João nos relata que num domingo, enquanto orava em seu exílio na ilha de Patmos, ouviu uma voz muito forte. Não se tratava de uma voz interior, mas de uma voz vinda de fora. Ele então virou-se para ver quem falava com ele.

Quando ele se virou, o que viu? Sete candeeiros de ouro, que são as igrejas, e no meio deles, Jesus Cristo. Uma revelação impressionante. João estava exilado na ilha de Patmos, no mar Egeu, um lugar onde os criminosos e os causadores de distúrbios eram colocados. O Império Romano era governado por Domiciano (81-96 d.C.). Em 92, Domiciano ordenou a morte de mais de 40 mil cristãos – entre eles, Timóteo. Domiciano era inseguro e vivia dominado por um enorme medo de ser traído. Exigiu que fosse adorado como deus. Até hoje, nas ruínas de Éfeso, podemos encontrar o que restou do templo dedicado a Domiciano. João não se curvou para adorar o imperador e por isso foi considerado um perturbador da ordem. O mundo em que ele vivia era caótico e violento, particularmente para os cristãos.

O que João viu? Não foi o imperador, mas o “Filho do homem”. No trono de Roma? Não, no meio da igreja. Para ver o que João viu, precisamos, antes, ouvir a voz que ele ouviu. Precisamos de um apocalipse hoje. Temos ouvido muitas outras vozes e por isso não vemos a realidade como de fato ela é. Por que na revelação Jesus começa com a igreja e não com Roma? Certamente muitos cristãos gostariam de saber até quando a perseguição continuaria. Aliviaria muito a insegurança e a ansiedade deles se Jesus lhes revelasse o fim do seu sofrimento ou mesmo o fim do Império Romano.

Mas ele começa mostrando que o Senhor de toda a história é visto bem no meio da igreja, não no meio de Roma. O problema é que a igreja nem sempre ouve a voz de Cristo. Normalmente ouvimos quem grita mais alto – e os poderes deste mundo sempre falam mais alto. É difícil ouvir o Cordeiro quando se tem um dragão cuspindo fogo. O reino de Deus vem pelo ouvir, e quando ouvimos, vemos. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz.” Precisamos de um apocalipse, precisamos que Jesus nos ajude a ver a realidade como ela de fato é.

A revelação começa mostrando João caindo como morto aos pés de Jesus diante dessa visão. É isso que acontece quando ouvimos Jesus. É uma visão que faz calar todas as outras vozes e nos coloca de joelhos diante dele, para ouvi-lo.

Fonte: https://www.ultimato.com.br/revista/artigos/401/ouvir-e-ver-um-apocalipse-para-hoje

July 22, 2025

Escolhas necessárias

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- Ricardo Barbosa

O processo de amadurecimento espiritual envolve, entre outras coisas, o discernimento sobre aquilo que nos foi dado, o que não pode ser mudado e nossas escolhas que podem ser mudadas - particularmente aquelas que nos impedem de crescer

O apóstolo Paulo, em uma breve biografia, nos ajuda a compreender isso: “Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível” (Fp 3.5-6). Temos nessa pequena biografia algumas coisas que lhe foram dadas e outras que foram escolhas que ele fez.

Paulo afirma que foi circuncidado ao 8o. dia. Ele não escolheu ser circuncidado, seus pais o levaram ao templo quando era ainda um bebê para cumprir a exigência da lei. Era israelita, da tribo de Benjamim. Ele também não escolheu nada disso. Não escolheu o país em que nasceria nem sua ascendência, tudo isso lhe foi dado. Por outro lado, ele descreve aquilo que foi escolha sua. Em algum momento, ele escolheu ser um fariseu, fazer parte de um movimento religioso. Ele também escolheu, como parte de seu compromisso com esse movimento, perseguir os cristãos e o fez levando muitos para a prisão e açoitando outros. Decidiu também que conheceria e cumpriria com integridade as exigências da lei judaica a ponto de se destacar como um dos melhores. Essas foram escolhas dele.

Ele segue afirmando: “Mas o que para mim era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo” (Fp 3.7). Diante do conhecimento de Jesus Cristo, ele percebeu que aquilo que um dia tinha sido seu maior ganho, que lhe dava respeito, identidade e valor, passou a ser como refugo, coisa sem valor algum. Ele decidiu, por amor a Jesus Cristo, renunciar todas essas coisas para se dedicar a conhecer a Cristo, o poder de sua ressurreição, participar da comunhão dos seus sofrimentos e ser conformado à sua imagem.

Paulo não se preocupa em mudar aquilo que lhe foi dado, mas aquilo que foi escolha sua. Ele não tinha como mudar o fato de ter sido circuncidado ou de ser israelita, mas podia deixar de ser fariseu e perseguidor de cristãos. O que me chama a atenção é que hoje muitos reagem àquilo que lhes foi dado e não se preocupam com as escolhas que fizeram; por isso, não amadurecem. São revoltados pelos pais que têm, pelo lugar onde nasceram, pela condição econômica e social que tiveram na infância, alguns chegam a se revoltar, inclusive, com o gênero com o qual nasceram. Paulo, ao contrário, não procura mudar o que não podia ser mudado, mas reconhece que algumas de suas escolhas eram incompatíveis com sua fé em Cristo e com seu desejo de prosseguir no longo caminho da maturidade cristã.

Chama-me a atenção também a motivação de Paulo. Ele não decidiu abandonar suas escolhas para tornar sua vida melhor, mas foi seu amor por Cristo que o motivou – “por amor do qual perdi todas as coisas...”. Sendo bem realista, sua decisão de perder tudo o que havia conquistado só gerou desvantagens para ele. De perseguidor, passou a ser perseguido; tinha boa reputação social, respeito entre seus pares e segurança econômica, mas passou a ser rejeitado, foi preso e enfrentou dificuldades econômicas.

Sua conversão, do ponto de vista social e econômico, não lhe proporcionou vantagens. No entanto, ele sabia que “conquistar aquilo para o que foi conquistado por Cristo” era incomparavelmente melhor do que todos os benefícios que havia conquistado como um bom fariseu.

O caminho em direção à maturidade cristã é longo e requer renúncias. Não precisamos lutar contra aquilo que nos foi dado, mas necessitamos reconhecer as escolhas que temos feito e discernir as que precisam ser abandonadas por amor a Cristo. O que deve nos motivar é o nosso amor por Jesus Cristo, não o sucesso pessoal. O caminho é estreito, mas vale a pena.

Fonte: https://www.ultimato.com.br/revista/artigos/409/escolhas-necessarias
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PS- Precisa de um chacoalhão? Vai lá: https://www.youtube.com/watch?v=V-mjELgEe0k

July 21, 2025

Quem é o seu Pastor?

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Para fortalecer e crescer, a ovelha precisa de um bom pastor: para defendê-la de predadores, tosar sua lã, aparar suas garras e conduzi-la a pastagens saudáveis e abundantes.

Você faz parte de um rebanho protegido e cuidado?
Quem é o seu Pastor?
 
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July 20, 2025

O melhor Amigo

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- Taís Machado

Diante do medo, tristeza, incertezas de discípulos confusos, Jesus diz: “O Amigo, o Espírito Santo, irá esclarecer tudo para vocês” (Jo 14.26).
Jesus estava consciente do que vinha pela frente. Despedidas, crucificação, término de uma etapa, que mudaria tudo, cumpriria algo já resolvido desde a eternidade. Mas também sabia que aqueles que andavam com ele estavam perturbados no coração, desorientados ficariam ainda mais. E ele quer cuidar, prepará-los para tempos difíceis. Gostariam que eles tivessem paz, mesmo em tempos de prováveis inquietações. “Não permitam que esta situação os aflija. Vocês confiam em Deus, não confiam? Confiem em mim” e, “não ficam deprimidos nem perturbados”, “eu os deixarei com assistência plena” (Jo 14.1, 27).
Ao lermos toda a história registrada no Novo Testamento vemos em boa parte o quanto o Espírito de Deus esclareceu, animou, renovou, conduziu, consolou, desafiou, enviou, enfim, fez-se amigo presente – Deus entre nós.
O Espírito de Cristo nos faz lembrar de que Deus sempre desejou oferecer essa segurança ao ser humano caído, aflito, temeroso, abatido. Sensação de derrota e abandono são frequentes em seres frágeis como somos.
E através do profeta Isaías, assim diz o Senhor Deus: “Não tenham medo, eu os redimi. Eu os chamei pelo nome. Vocês são meus. Quando estiverem atolados até o pescoço em problemas, estarei lá com vocês. Quando estiverem atravessando águas profundas, vocês não se afogarão. Quando estiverem entre a cruz e a espada, não será um beco sem saída — Porque eu sou o Eterno, o seu Deus pessoal, seu Salvador”. (Is 43.1-3) E insiste claramente: “não tenham medo: estou com vocês” (Is 43.5).
Jesus evidenciou esse desejo do Pai. Foi a revelação maior desse amor real e profundo que tanto nossa alma almeja. E o Espírito de Deus até hoje procura nos ajudar a vivenciar tão grande amor.
Àqueles que se condenam, àqueles que acham que não tem mais jeito, aos desesperançados e cansados até de si mesmo, àqueles que não sabem por onde ir, aos inseguros e assustados, há palavras seguras: “Diz o Eterno, o Deus que constrói uma estrada através do oceano, que inaugura um caminho através das ondas furiosas; O Deus que fez sair cavalos, carros e exércitos — e eles se deitaram e não conseguiram mais se levantar, foram apagados como um pavio: ‘Esqueçam o que aconteceu, não fiquem lembrando velhas histórias. Fiquem atentos. Não se distraiam. Vou fazer uma coisa diferente. E está para acontecer, não estão percebendo? Estou abrindo uma estrada através do deserto, fazendo correr rios em terras devastadas. Os animais selvagens dirão: ‘Obrigado!’ — os chacais e as corujas — Porque providenciei água no deserto, Rios através da terra ressecada.” (Is 43.16-20). A poética nos convida a lindas imagens que alimentam gente esgotada.
Jesus fez um convite válido para hoje: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Rios de água viva irão jorrar e brotar do íntimo de quem crer em mim, como dizem as Escrituras” (Jo 7.37-8). E é isso que o Espírito de Deus faz em nós. Abre-nos um caminho no coração, faz-nos enxergar por onde ir, nos tira do atoleiro confuso e angustiante, faz algo novo em nós. Do lado de dentro para fora. E usa o lado de fora para trabalhar coisas do lado de dentro. A terra devastada, o deserto, nada disso tem a última palavra. O Espírito nos lembra que Jesus é a esperança de pernas, a esperança feito gente. E nos convida a crer nele. O Deus presente e cuidadoso não nos abandona, seja qual for a situação. E até o silêncio nos fala em algum momento. Assim, vamos descobrindo como se dá o que Jesus disse: “O Amigo, o Espírito Santo, irá clarear, ensinar, esclarecer mais e melhor para vocês”.
Essa vida não é fácil, mas é cheia de esperança. A mais bela aventura.
Fonte: https://ultimato.com.br/sites/taismachado/2015/06/09/descobertas-sobre-um-deus-amigo/

July 19, 2025

Amigos na era da solidão

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- Jean Francesco

“Não há solidão mais triste do que a do homem sem amizades… A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto,” escreveu o pensador Francis Bacon. De fato, viver sem amigos é um deserto, e é neste deserto árido que milhões de jovens da minha geração se encontram neste exato momento. Nos Estados Unidos, 30% das pessoas declaram não ter amigos para conversar. Quase metade dos moradores de Londres acredita que o mundo está ficando cada vez mais solitário (48%), aponta uma pesquisa recente. O estudo ainda aponta que a solidão é mais presente nas novas gerações, contabilizando 36% dos jovens de Londres.

Além disso, nunca estivemos tão conectados e nunca experimentamos tantos relacionamentos superficiais. Como pastor, arrisco dizer que os adolescentes e jovens mais viciados em redes sociais ou realidade virtual como um todo são justamente os mais afetados pela solidão. São amigos de todo mundo e ao mesmo tempo não são amigos de ninguém. A pior solidão é essa que nos dá a sensação de sentirmo-nos sós mesmo rodeados por multidões.

Realidade virtual não resolve o problema, aliás, ela pode agravá-lo. O mundo é virtual, mas causa problemas bem reais. Os seis sintomas mais presentes nos viciados pelo mundo virtual são: 
  1. Estresse elevado causado pelo imediatismo; 
  2. Ansiedade na espera de receber mensagens e notificações; 
  3. Ganho de peso devido ao sedentarismo e às muitas horas na mesma posição; 
  4. Perda do contato físico, olhos nos olhos e abraços; 
  5. Falsa sensação de proximidade; 
  6. Desestruturação de relacionamentos familiares.
O fato é que nós precisamos de pessoas. Viver sem amigos por perto é realmente um fardo muito pesado, pois nascemos para relacionamentos, assim como o fogo existe para queimar. Pensando nisso, eu encorajo você, leitor, a investir o máximo de energia e tempo que puder em relacionamentos reais. Estou falando de amizade. Precisamos aprender a curtir mais os amigos que nos olham nos olhos do que aqueles que nos olham pelas telas.

Como sermos amigos na era da solidão? 

A sabedoria bíblica nos oferece alguns princípios:

1) Amigos multiplicam alegrias (Provérbios 15.30)

Apesar dos fracassos e das más notícias, sempre há algo bom para compartilhar com os amigos. Uma vitória, um sorriso, um abraço, uma palavra, uma história, a rotina. Seja um amigo que multiplica as alegrias de quem você ama. Minha esposa é um exemplo de amiga que compartilha vitórias. Ao acordar, jamais me permite levantar da cama sem um abraço. Nas refeições, me disciplina a desligar o celular e olhar nos olhos. Ela não me autoriza a sair de casa sem um beijo e não me deixa dormir antes de compartilhar pelo menos alguma gratidão do dia. Ela é uma grande amiga. Ela sempre compartilha e me ajuda a expressar aquilo que Deus está fazendo em nossas vidas. Ter alguém assim é maravilhoso. Melhor do que adicionar “contatos” é curtir os amigos que multiplicam nossos sorrisos.

2) Amigos dividem tristezas (Provérbios 17.17)

A sabedoria bíblica nos ensina que verdadeiros amigos duplicam alegrias, mas dividem as tristezas. São eles que aumentam nossas vitórias, mas também ouvem sobre os nossos fracassos. Amigo é aquele que tem um depósito de lágrimas guardadas só para você. Em todo tempo, seja na festa ou seja no luto, ele sabe saltar de felicidade ou te carregar nos ombros. O amigo que compartilha os nossos fracassos ganha novo endereço: mora dentro da gente, faz tatuagens na alma e deixa de ser apenas amigo, passa a ser um irmão.

3) Amigos são poucos (Provérbios 18.24)

Um alerta: amigos que celebram as tuas vitórias e choram os teus fracassos não se encontram aos montes. Minha avó materna me ensinou que “o amigo de todos não é amigo de ninguém.” Quantos dedos você tem em sua mão? Sem pessimismo, mas sendo realista, este é o número de seus amigos. O escritor francês Jules Renard acertou em cheio quando escreveu que “amizade é o casamento de duas pessoas que não podem dormir juntas.”

4) Amigos aconselham (Provérbios 27.9)

Assim como o óleo era usado na antiguidade como um remédio para a pele e também para intimidar o mau cheiro, amigos conselheiros promovem dois benefícios: eles nos previnem de feridas graves da vida e nos fazem mais bem sucedidos. Um bom amigo é aquele que sabe aconselhar. É aquele que nos conhece e sempre tem bons conselhos a nos oferecer. É aquele que nos ajuda a driblar os machucados da vida. Amigos verdadeiros nos livram de muito sofrimento desnecessário.

5) Amigos se sacrificam (Provérbios 27.17)

Você já teve a experiência de tentar cortar pão ou alguma coisa com uma faca cega? É frustrante. A sabedoria bíblica aqui é descrita de forma extraordinária. Assim como facas cegas precisam ser literalmente amoladas e afiadas para serem úteis, seres humanos cegos precisam de amigos que os amolem e afiem para que vivam melhor. É difícil reconhecer, mas às vezes ficamos completamente cegos. Amigos são aqueles que reconhecem a nossa cegueira e não desistem de nós. Na verdade eles se sacrificam por nós até nos deixarem mais afiados. Eles abrem mão de si mesmos para sermos pessoas melhores. Para nos afiar bem, amigos podem nos cortar. Certa vez um amigo me disse: “Jean, você está cego nesta questão.” Amigos mostram nossos erros e procuram nos consertar. Por mais que no momento pareçam ofensivos e intrusos, enquanto amigos nos cortam, eles também nos curam.

Finalmente, se você não tem nenhum amigo assim, gostaria de te apresentar um que conheci na minha adolescência

Ele não falha em nenhum dos itens acima. Ele veio a este mundo compartilhar uma grande alegria conosco: sua vitória contra a nossa morte; e por causa da sua morte, hoje podemos ter vida. Ele também divide conosco as tristezas, ele decidiu chorar para nos fazer sorrir. Mais ainda, ele é o nosso melhor amigo, nem os poucos amigos que temos se comparam a ele. Ele também sabe aconselhar, pois suas palavras nos guiam até a verdade. E, por fim, esse amigo fez o maior sacrifício por nós, ele vestiu uma coroa de espinhos para nos dar sua coroa de vida eterna.

Meu amigo foi um carpinteiro que viveu trinta anos pregando pregos em madeira e morreu pregado do mesmo jeito numa cruz. Meu melhor amigo é Jesus, o Cristo. Ele está vivo e bem ao meu lado, pois os pregos não puderam segurar o poder do seu amor por mim. O abraço dele aquece qualquer coração solitário. Quanto mais amigos dele somos, mais aptos estamos a sermos amigos de quem quer que seja. Jesus é o amigo que invade a nossa solidão. 
Procure a presença dele e experimente por si mesmo. 
Fonte: https://ultimato.com.br/sites/jovem/2019/01/17/amigos-na-era-da-solidao/