September 14, 2015

Experiência e esperança na velhice

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Desde o início da década de 1960 estamos vivendo cada vez mais. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os idosos são hoje no país 26,3 milhões, o que equivale a 13% da população. É possível que esse percentual chegue a 34% em 2060. 

Quase não se fala mais o que o salmista dizia: “Viverei poucos anos aqui na terra” (Sl 119.19). Basta ver as notas fúnebres dos jornais e revistas seculares e evangélicos para nos convencermos desse fato.

Segundo “O Estandarte” (da Igreja Presbiteriana Independente), o “Brasil Presbiteriano” (da Igreja Presbiteriana), o “Mensageiro da Paz” (da Assembleia de Deus), “O Jornal Batista” (da Convenção Batista Brasileira) e “O Caminho” (da Igreja Luterana), vários irmãos morreram aos 81 (Hamilton), aos 86 (Samuel e Isaque), aos 87 (Anália), aos 90 (Joel e Marta), aos 91 (Eugênio), aos 92 (Rosalinda), aos 93 (João), aos 96 (Marcília), aos 97 (Giovane e Guerino), aos 100 (Alexandrino).

Além dessa pequena amostra, no dia 31 de março de 2015, Philip Potter, secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), morreu aos 92 anos. E, no dia 15 de junho, Elisabeth Elliot, viúva do missionário Jim Elliot, morto em 1956 pelos índios aucas no Equador, morreu aos 88 anos.

Não basta viver mais tempo

É preciso viver em comunhão crescente com Deus, superando todos os reveses com a ajuda dele. 

Para muitos, a longevidade vem acompanhada daquele caminho de experiência e esperança descrito em Provérbios 4.18: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”.

Quando Faraó perguntou a Jacó qual era sua idade, este respondeu: “Já estou com 130 anos de idade e sempre tenho andado de um lado para outro. A minha vida tem passado rapidamente, e muitos anos foram difíceis. E eu não tenho conseguido viver tanto quanto os meus antepassados, que tiveram uma vida tão dura como a que eu tive” (Gn 47.9). 

O patriarca viveu mais dezessete anos no Egito e morreu aos 147 anos (Gn 47.28).

Fonte: http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/356/experiencia-e-esperanca-na-velhice 
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