April 13, 2026

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"De tudo o que se deve guardar, guarde bem o seu coração
porque dele procedem as fontes de vida"

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April 05, 2026

Silêncio fez a morte achar que venceu, mas

Promessa nunca precisou de barulho para acontecer
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https://www.youtube.com/watch?v=huFra1mnIVE
"Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão? "
O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. 
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April 04, 2026

A Páscoa

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https://www.youtube.com/watch?v=EAZPCfAymzw

O Senhor Deus falou com Moisés e Arão no Egito. Ele disse: 
— Este mês será para vocês o primeiro mês do ano. Diga a todo o povo israelita o seguinte: no dia dez deste mês cada pai de família escolherá um carneirinho ou um cabrito para a sua família, isto é, um animal para cada casa. Se a família for pequena demais para comer o animal inteiro, então o dono da casa e o seu vizinho mais próximo o comerão juntos, repartindo-o de acordo com o número de pessoas e a quantidade que cada um puder comer. O animal deverá ser um carneirinho ou um cabrito sem defeito, de um ano. Vocês o guardarão até o dia catorze deste mês, e na tarde desse dia todo o povo israelita matará os animais. Pegarão um pouco do sangue e o passarão nos batentes dos lados e de cima das portas das casas onde os animais vão ser comidos. Nessa noite a carne deverá ser assada na brasa e comida com pães sem fermento e com ervas amargas. A carne não deverá ser comida crua nem cozida; o animal inteiro, incluindo a cabeça, as pernas e os miúdos, será assado na brasa. 10 Não deixem nada para o dia seguinte e queimem o que sobrar. 11 vestidos, calçados e segurando o bastão, comam depressa o animal. Esta é a Páscoa de Deus, o Senhor.

12 — Nessa noite eu passarei pela terra do Egito e matarei todos os primeiros filhos, tanto das pessoas como dos animais. E castigarei todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor13 O sangue nos batentes das portas será um sinal para marcar as casas onde vocês moram. Quando estiver castigando o Egito, eu verei o sangue e então passarei por vocês sem parar, para que não sejam destruídos por essa praga. 14 Comemorem esse dia como festa religiosa para lembrar que eu, o Senhor, fiz isso. Vocês e os seus descendentes devem comemorar a Festa da Páscoa para sempre.
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April 03, 2026

Você sabe o que é Pessach?

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April 02, 2026

Sua fé está firmada no que?

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.Raízes firmadas na Palavra
  1. Bem-aventurado é aquele que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
  2. Pelo contrário, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.
  3. Ele é como árvore plantada junto a uma corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo o que ele faz será bem-sucedido.
  4. Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa.
  5. Por isso, os ímpios não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos.
  6. Pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.
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March 31, 2026

Sowing the seeds of love

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March 30, 2026

O custo do discipulado

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Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
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March 29, 2026

Sabedoria para discernir suas batalhas

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Guerras têm preço [ e a paz tb ]

31 Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?32 Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.
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March 28, 2026

Você me ama?

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¹⁵ Depois de terem comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: 
— Simão, filho de João, você me ama mais do que estes outros me amam? 
Ele respondeu: — Sim, o Senhor sabe que eu o amo. 
Jesus lhe disse: — Apascente os meus cordeiros.
¹⁶ Jesus perguntou pela segunda vez: — Simão, filho de João, você me ama? 
Ele respondeu: — Sim, o Senhor sabe que eu o amo. 
Jesus lhe disse: — Pastoreie as minhas ovelhas.
¹⁷ Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: — Simão, filho de João, você me ama? 
Pedro ficou triste por Jesus ter perguntado pela terceira vez: "Você me ama?" 
E respondeu: — O Senhor sabe todas as coisas; sabe que eu o amo. 
Jesus lhe disse: — Apascente as minhas ovelhas.
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March 27, 2026

Missões é um mendigo falando para outro mendigo onde encontrar Pão

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¹ "Alguém tem sede? Venha e beba, mesmo que não tenha dinheiro! Venha, beba vinho ou leite; é tudo de graça!
² Por que gastar seu dinheiro com comida que não fortalece? Por que pagar por aquilo que não satisfaz? Ouçam-me, e vocês comerão o que é bom e se deliciarão com os alimentos mais saborosos.
³ "Venham a mim com os ouvidos bem abertos; escutem, e encontrarão vida. Farei com vocês uma aliança permanente, o amor que fielmente prometi a Davi.
⁴ Vejam como eu o usei para mostrar meu poder aos povos; eu o fiz governante das nações.
⁵ Vocês também darão ordens a nações que não conhecem, e povos desconhecidos virão correndo lhes obedecer. Pois eu, o Senhor, seu Deus, o Santo de Israel, os tornei gloriosos."
Busquem o Senhor enquanto podem achá-lo; invoquem-no agora, enquanto ele está perto.
⁷ Que os perversos mudem de conduta e deixem de lado até mesmo a ideia de fazer o mal. Que se voltem para o Senhor, para que ele tenha misericórdia deles; sim, voltem-se para nosso Deus, pois ele os perdoará generosamente.
⁸ "Meus pensamentos são muito diferentes dos seus", diz o Senhor, "e meus caminhos vão muito além de seus caminhos.
⁹ Pois, assim como os céus são mais altos que a terra, meus caminhos são mais altos que seus caminhos, e meus pensamentos, mais altos que seus pensamentos.
¹⁰ "A chuva e a neve descem dos céus e na terra permanecem até regá-la. Fazem brotar os cereais e produzem sementes para o agricultor e pão para os famintos.
¹¹ O mesmo acontece à minha palavra: eu a envio, e ela sempre produz frutos. Ela fará o que desejo e prosperará aonde quer que eu a enviar.
¹² Vocês viverão com alegria e paz; os montes e as colinas cantarão, e as árvores do campo baterão palmas.
¹³ Onde antes havia espinhos, crescerá o cipreste; onde antes havia urtigas, brotará a murta. Isso resultará em glória para o nome do Senhor; será sinal permanente, que nunca será destruído."

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March 26, 2026

Qual alicerce você escolheu para construir sua vida?

 


²⁴ — Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha.
²⁵ Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e bateram com força contra aquela casa, e ela não desabou, porque tinha sido construída sobre a rocha.
²⁶ E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia.
²⁷ Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e bateram com força contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. 

PS- Corre que ainda dá tempo: https://www.youtube.com/watch?v=-Y9eElsg40w
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March 25, 2026

Saber e não fazer é o mesmo que não saber

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Amigão, é preciso ouvir e colocar em prática, senão adeus...
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March 24, 2026

Intensidade não é profundidade

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Uma fé que não te confronta, não te transforma

Se o 'jesus' que você segue concorda com todas as suas opiniões, valida todos os seus comportamentos e nunca te deixa desconfortável, provavelmente você não está seguindo a Jesus, mas a um espelho.

A cruz é uma ofensa porque ela decreta o fim do nosso eu.

Precisa de um chacoalhão de amor?
Vai lá (1'01")
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March 16, 2026

Amizade espiritual

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CONGRUÊNCIA, CONSISTÊNCIA E CONSTÂNCIA

No dia 15 de março de 2026, domingo passado, nosso querido professor James MacIntosh Houston (1922-2026) entrou no descanso eterno dos santos, encerrando sua longa jornada entre nós.

- pr. Ricardo Barbosa

Filho de missionários, passou boa parte de sua infância na Espanha. Fez seu doutorado em geografia pela Universidade de Edimburgo e seguiu sua carreira acadêmica na Universidade de Oxford onde foi professor e tutor por vinte e cinco anos. Na segunda metade dos anos 60, ele recebeu o convite para começar uma escola de teologia em Vancouver, Canadá. Em 1968, junto com seus amigos, realizaram o primeiro curso de verão e, em 1970 ele mudou com sua família para Vancouver. Foi um dos fundadores, professor e o primeiro diretor do então recém-criado Regent College, com uma visão revolucionária de estabelecer uma escola de teologia para a formação de profissionais cristãos dentro do campus da Universidade de British Columbia. Depois de alguns anos ensinando temas relacionados a teologia da criação, iniciou uma nova disciplina voltada para teologia espiritual, atuando como mentor espiritual de muitos alunos.

Em 1991, mudei com minha família para Vancouver com a finalidade de estudar no Regent College, incentivado pelo meu querido amigo Paul Freston que, nos anos 80, havia feito seus estudos teológicos naquela escola. Cheguei em agosto e, em setembro daquele ano, tive meu primeiro encontro pessoal com o professor Houston. Entrei em sua sala levando comigo alguns questionamentos próprios de estudantes de teologia. Ele me ouviu pacientemente, fez algumas poucas considerações, mas logo foi direto ao que mais importava a ele: sua compreensão de que a teologia nunca deve ser tratada como uma ciência meramente acadêmica. Ele me propôs um caminho dizendo: - se você veio aqui para conquistar mais um diploma, siga com seus estudos, leituras e trabalhos e você o terá, mas se veio aqui para ser transformado, é para isso que a teologia serve, então eu posso te ajudar. Pense nisto e na semana que vem me diga o que decidiu. Decidi pela 2a. opção. Isso mudou minha vida, ministério e a forma de compreender o significado da teologia.

Na semana seguinte, o primeiro trabalho que ele me passou, não foi nenhuma leitura acadêmica, ele me pediu para que escrevesse minha biografia, levando em conta meus relacionamentos, sentimentos e afetos, bons ou ruins experimentados desde minha infância. Quando terminei, iniciamos uma conversa que durou alguns anos. Ele, com bondade, compaixão e profunda sabedoria, entrou na minha vida e história e foi onde experimentei uma verdadeira transformação. As conversas semanais nos aproximaram. Retornei em 1993 e, de 1994 a 2017 ele veio ao Brasil quase todos os anos, com exceção do período em que precisou cuidar de sua esposa, Rita. Nestes anos realizamos vários cursos, seminários, conferências, aqui em Brasília e em outras cidades, porém, o mais importante foram os longos períodos de conversas, tanto aqui como nas visitas que fiz a ele em Vancouver.

Dr. Houston foi um acadêmico com uma impressionante formação. Além de geógrafo, ele dominava outras ciências como: filosofia, história, literatura clássica, sociologia, psicologia e, claro, teologia, entre outras. Não só conhecia, mas relacionava todas elas em torno da sua fé em Cristo. Isso fez dele um sábio, mais do que um acadêmico. Sua capacidade de compreender a alma humana era única. Sua relação com seus alunos era profundamente pessoal. Ele dizia que sua relação com os alunos não terminava com a formatura, por esta razão gostava de visitá-los, e vinha ao Brasil com frequência.

Suas conversas sempre nos ajudavam a compreender melhor nossa história e relacionamentos. Foi com ele que compreendi o significado da redenção de nossas memórias. Para ele, a fé cristã e o conhecimento teológico precisavam, sempre, promover relacionamentos. Ele e sua esposa cultivaram um coração hospitaleiro. Sua casa estava sempre aberta para os alunos. Sua filha me disse certa vez que eles nunca sabiam se ele chegaria para o jantar com 3 ou 5 alunos, às vezes, mais. Ele, enquanto falava, fosse numa aula ou no culto de uma igreja, observava sua audiência e quando terminava procurava conversar com as pessoas que ele percebia terem sido tocadas por alguma coisa que falou.

Até o fim de sua vida, enquanto teve condições físicas, atendeu inúmeras pessoas de várias partes do mundo, escreveu e organizou livros e estudava, sempre. Certa vez, em sua casa, já com seus 90 e poucos anos, vi sua agenda ao lado do telefone, estava com a semana completamente cheia de encontros e conversas. Ele dizia que, desde que se tornou um discípulo de Cristo, nunca parou de estudar e explorar novas fronteiras do conhecimento. Um discípulo de Cristo nunca para de aprender e servir. Costumava dizer que aposentadoria não era uma palavra cristã.

Poderia seguir discorrendo sobre conversas, conselhos, visão sobre educação teológica e tantas outras coisas, mas a leitura dos seus livros, junto com os vídeos e áudios disponíveis nas plataformas, irão nos ajudar a compreender a grandeza deste santo.

Sentirei muito sua ausência, mas carregarei comigo a profunda gratidão por tudo que aprendi e pela amizade que marcou toda minha família. 

A Deus toda a glória.

Fonte: https://www.ultimato.com.br/conteudo/um-tributo-a-james-houston-1922-2026
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March 07, 2026

A adoração dos pastores

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https://www.youtube.com/watch?v=TJIC57EvYFo

Então Maria deu à luz o seu primeiro filho. Enrolou o menino em panos e o deitou numa manjedoura, pois não havia lugar para eles na pensão.
Naquela região havia pastores que estavam passando a noite nos campos, tomando conta dos rebanhos de ovelhas. Então um anjo do Senhor apareceu, e a luz gloriosa do Senhor brilhou por cima dos pastores. Eles ficaram com muito medo, 10 mas o anjo disse:
Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! 11 Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês — o Messias, o Senhor12 Esta será a prova: vocês encontrarão uma criancinha enrolada em panos e deitada numa manjedoura.
13 No mesmo instante apareceu junto com o anjo uma multidão de outros anjos, como se fosse um exército celestial. Eles cantavam hinos de louvor a Deus, dizendo:
14 — Glória a Deus nas maiores alturas do céu!
E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem!
15 Quando os anjos voltaram para o céu, os pastores disseram uns aos outros:
Vamos até Belém para ver o que aconteceu; vamos ver aquilo que o Senhor nos contou.
16 Eles foram depressa, e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura. 17 Então contaram o que os anjos tinham dito a respeito dele. 
18 Todos os que ouviram o que os pastores disseram ficaram muito admirados. 19 Maria guardava todas essas coisas no seu coração e pensava muito nelas. 
20 Então os pastores voltaram para os campos, cantando hinos de louvor a Deus pelo que tinham ouvido e vistoE tudo tinha acontecido como o anjo havia falado.
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March 04, 2026

Vida centrada

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- pr. Ricardo Barbosa

A leitura do livro do Apocalipse sempre me leva a reconhecer a importância de um centro na longa jornada cristã, principalmente num tempo e numa cultura que nos envolvem com tanta distração. 

A ausência de um centro nos torna pessoas vulneráveis a todo tipo de manipulação e de emoções confusas e conflitantes. Caminhamos por espasmos, colecionando experiências fragmentadas, sem conseguir integrá-las em torno de um único centro.

Em sua primeira visão, João ouve uma voz e, ao voltar-se para ver quem falava, vê sete candeeiros de ouro e, no meio deles, Jesus. Ele vê Jesus bem no meio da igreja – não ao lado, acima, mas no meioJesus está sempre no centro da igreja.

Numa outra visão, João vê um livro, todo selado, escrito por dentro e por fora, o livro que contém todo o propósito de Deus para a história. Quando percebe que não há ninguém digno de abrir o livro nem desatar os selos, ele chora muito. É consolado com a visão do trono, porque, no meio dele, João vê Jesus, o Cordeiro de Deus

No centro do trono do Universo, está o Cordeiro que foi morto, mas vive e reina eternamente. O único que é digno de abrir o livro. No centro da história não vemos os poderosos, mas Jesus, bem no centro do trono eterno. Todo o livro do Apocalipse nos ajuda a cultivar uma vida centrada, porque no meio, bem no meio de tudo, encontramos Jesus. Ele é o princípio, o meio e o fim de todas as coisas.

A vida centrada nos ajuda a preservar um sentido e uma identidade para as diferentes experiências que vivemos. Ela integra tudo aquilo que o pecado corrompeu e fragmentou. 

Uma afirmação do apóstolo Paulo que nos ajuda a compreender o valor de uma vida centrada está na sua carta aos discípulos de Jesus na cidade de Filipos, quando diz: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1.21). 

Para muitos, vida e morte são realidades distintas, de certa forma opostas; a morte significa a perda de tudo aquilo que experimentamos na vida: amigos, família, prazeres, lugares. A morte implica descontinuidade e, por isso, é tão dolorosa. No entanto, para Paulo, em virtude da vida centrada em Cristo, a morte não implica descontinuidade, mas continuidade, porque, uma vez que para ele “o viver é Cristo”, toda a sua vida gira em torno de um centro: Cristo

Se o viver é Cristo e a morte é a vida com Cristo em sua plenitude, morrer não é perder, mas ganhar; ou seja, é lucro. O que ganhamos com a morte? Mais, muito mais daquilo que já temos: Cristo.

Quando Cristo se torna o Centro de todas as coisas – vida, relacionamentos, igreja, história, política, economia, sexualidade –, tudo é integrado em torno de um Centro, e passamos a viver uma vida concêntrica e não excêntrica. 

Thomas Kelly (1893-1941) foi um missionário e educador quaker que, preocupado com a vida agitada que nos torna ocupados demais para cultivar relacionamentos profundos e verdadeiros, escreveu, em seu livro Um Testamento de Devoção, um capítulo dedicado à “Simplificação da Vida”. Para ele, nosso problema não é externo, mas interno. 

A vida sobrecarregada e estressante reflete a falta de integração interior. Para experimentar a vida abundante que Cristo nos oferece, uma vida frutífera de serenidade e paz, ela precisa ser vivida a partir de um “Centro”. Não simplificamos a vida procurando reorganizar nossas agendas, mas recuperando o Centro.

Fonte: https://www.ultimato.com.br/revista/artigos/418/uma-vida-centrada

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March 02, 2026

Reino e Justiça

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February 27, 2026

O fiel jardineiro

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- pr. Ricardo Barbosa

A história bíblica começa e termina com um jardim

Começa com o jardim do Éden, a boa e perfeita criação de Deus, e termina com um jardim/cidade, a nova criação, uma cidade que desce do céu, perfeita em todas as suas formas. O primeiro jardim foi corrompido pela desobediência e pelo pecado. O segundo jardim é a consumação de todo o propósito redentor de Deus.

Essa é uma imagem que precisa ser preservada na mente cristã. 

Tudo o que Deus fez na primeira criação era bom e perfeito, e tudo o que Deus tem feito e fará também é bom e perfeito, e será, no fim de tudo, realizado em sua plenitude. No entanto, entre o Éden e a Nova Jerusalém, o jardim de Deus sofre com as consequências da queda. Ervas daninhas crescem, entulhos são jogados no jardim, a falta de cuidado vai lentamente roubando sua beleza. O que não podemos esquecer é que, embaixo do entulho e do mato que cresceu, ainda há um jardim, e ele continua sendo belo.

É isso que acontece com tudo na vida: amizades, casamento, filhos, igreja. 

Facilmente perdemos a capacidade de ver a beleza porque o lixo é a realidade mais visível. No entanto, como disse G. K. Chesterton: “O mundo nunca sofrerá com a falta de maravilhas, mas apenas com a falta da capacidade de se maravilhar”. A imaginação é o recurso da alma humana de nos maravilhar com a beleza quando o que vemos é apenas mato e entulhos. Um casamento pode entrar num período de desencantamento porque o que os cônjuges veem é apenas a sujeira sobre o jardim, e a sujeira sempre atrai mais sujeira. A imaginação é o que nos permite ver o que não é visível, mas é real. O jardim não deixou de existir, sua beleza não desapareceu, apenas fomos tomados por um feio cenário que passou a dominar a realidade. O que esse casal necessita é do trabalho de um experiente e cuidadoso jardineiro.

O trabalho de limpar, podar, adubar, requer paciência e habilidade

Na minha adolescência, tínhamos um jardim na frente de nossa casa e, bem no meio dele, uma belíssima roseira. Lembro-me de minha mãe, com a tesoura nas mãos, podando a roseira. Era um trabalho duro – a roseira sangrava, os galhos ficavam feios, depois vinha o adubo, a água e, pouco tempo depois, começavam a surgir novos brotos e, em seguida, as rosas com seu perfume suave, cores vivas, pétalas firmes, trazendo a beleza de volta para o jardim.

Nem sempre gostamos do trabalho do fiel Jardineiro. 

Ele não poupa a poda. Ela nos fere e nos faz sangrar, mas é o único caminho para o jardim voltar a ser aquilo para o qual o Criador o criou. As ervas daninhas e os entulhos vão sendo amontoados no jardim pelo nosso descuido, pela cultura que nos enche de bobagens, pela mentira e sedução do engano. Quando o jardim começa a sofrer com a falta de cuidado, talvez por não encontrarmos tempo, por achar que outras coisas são mais importantes naquele momento, outros começam a usá-lo como lixeira. Começamos a reclamar da falta de cuidado do nosso jardim e a admirar o jardim bem cuidado do vizinho. É aqui que mora o perigo.

Tudo o que Deus faz é bom. 

As coisas boas de Deus não têm prazo de validade, permanecem sempre boas. O pecado corrompe, suja e torna o mundo bom de Deus num mundo tomado por ervas daninhas e entulhos. 

Permita que o fiel Jardineiro entre no seu jardim com sua tesoura, enxada e ancinho, e faça seu trabalho, trazendo de volta a beleza do jardim escondido.

Fonte: https://www.ultimato.com.br/revista/artigos/417/o-fiel-jardineiro
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February 08, 2026

Promessas cumpridas

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22 Chegou o dia de Maria e José cumprirem a cerimônia da purificação, conforme manda a Lei de Moisés. Então eles levaram a criança para Jerusalém a fim de apresentá-la ao Senhor. 23 Pois está escrito na Lei do Senhor: “Todo primeiro filho será separado e dedicado ao Senhor.” 24 Eles foram lá também para oferecer em sacrifício duas rolinhas ou dois pombinhos, como a Lei do Senhor manda.
25 Em Jerusalém morava um homem chamado Simeão. Ele era bom e piedoso e esperava a salvação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele26 e o próprio Espírito lhe tinha prometido que, antes de morrer, ele iria ver o Messias enviado pelo Senhor. 27 Guiado pelo Espírito, Simeão foi ao Templo. Quando os pais levaram o menino Jesus ao Templo para fazer o que a Lei manda, 28 Simeão pegou o menino no colo e louvou a Deus. Ele disse:
29 — Agora, Senhor, cumpriste a promessa que fizeste e já podes deixar este teu servo partir em paz.
30 Pois eu já vi com os meus próprios olhos a tua salvação, 31 que preparaste na presença de todos os povos: 32 uma luz para mostrar o teu caminho a todos os que não são judeus e para dar glória ao teu povo de Israel.
33 O pai e a mãe do menino ficaram admirados com o que Simeão disse a respeito dele. 34 Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus:
— Este menino foi escolhido por Deus tanto para a destruição como para a salvação de muita gente em Israel. Ele vai ser um sinal de Deus; muitas pessoas falarão contra ele, 35 e assim os pensamentos secretos delas serão conhecidos. E a tristeza, como uma espada afiada, cortará o seu coração, Maria.
36 Havia ali também uma profetisa chamada Ana, que era viúva e muito idosa. Ela era filha de Fanuel, da tribo de Aser. 7 anos depois que ela havia casado, o seu marido morreu. 37 Agora ela estava com 84 anos de idade. Nunca saía do pátio do Templo e adorava a Deus dia e noite, jejuando e fazendo orações. 
38 Naquele momento ela chegou e começou a louvar a Deus e a falar a respeito do menino para todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.

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February 07, 2026

Qual é o propósito da sua vida?

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26 Quando Isabel estava no sexto mês de gravidez, Deus enviou o anjo Gabriel a uma cidade da Galileia chamada Nazaré. 27 O anjo levava uma mensagem para uma virgem que tinha casamento contratado com um homem chamado José, descendente do rei Davi. Ela se chamava Maria. 28 O anjo veio e disse:
 — Que a paz esteja com você, Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você.
29 Porém Maria, quando ouviu o que o anjo disse, ficou sem saber o que pensar. E, admirada, ficou pensando no que ele queria dizer. 30 Então o anjo continuou: 
Não tenha medo, Maria! Deus está contente com você. 31 Você ficará grávida, dará à luz um filho e porá nele o nome de Jesus. 32 Ele será um grande homem e será chamado de Filho do Deus Altíssimo. Deus, o Senhor, vai fazê-lo rei, como foi o antepassado dele, o rei Davi. 33 Ele será para sempre rei dos descendentes de Jacó, e o Reino dele nunca se acabará.
34 Então Maria disse para o anjo: — Isso não é possível, pois eu sou virgem!
35 O anjo respondeu: — O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Deus Altíssimo a envolverá com a sua sombra. Por isso o menino será chamado de santo e Filho de Deus. 36 Fique sabendo que a sua parenta Isabel está grávida, mesmo sendo tão idosa. Diziam que ela não podia ter filhos, no entanto agora ela já está no sexto mês de gravidez. 37 Porque para Deus nada é impossível.
38 Maria respondeu: — Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer! 
E o anjo foi embora.

PS- Não entendeu? Vai lá: https://www.youtube.com/watch?v=rV17uPKgAt0
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February 04, 2026

Repensando a Grande Comissão

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Precisa de um chacoalhão de amor?

February 02, 2026

Etapas na vida de um líder

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- Rev. Herbert Rodrigues de Souza

No livro Etapas na vida de um líder, o prof. J. Robert Clinton constata que o processo de desenvolvimento de um líder é amplo, complexo e acontece durante a vida toda. E inclui todos os processos da vida, não apenas o treinamento formal. 

Desenvolvimento de liderança é muito mais amplo do que treinamento de liderança, que concentra-se apenas no aprendizado de habilidades. Desenvolvimento é o uso de eventos e pessoas para gravar as lições de liderança.

Deus desenvolve um líder durante toda a sua vida

Há 5 fases de desenvolvimento, às vezes 6 e, em cada uma delas, Deus propõe tarefas e vivências específicas para o seu desenvolvimento.

Na fase I (fundações soberanas) Deus age através da família, ambiente e eventos históricos, e inicia no nascimento. Ele trabalha características da personalidade, experiências e o contexto da época. A lição principal que ele precisa aprender é responder positivamente e tirar vantagem do que Deus colocou nessas fundações. 

A fase II (crescimento interior) é a experiência da conversão, o compromisso de entrega a Deus. Nesta fase ele começa a receber algum tipo de treinamento ministerial, que pode ser informal ou formal. À primeira vista parece que o foco é o treinamento ministerial. Mas, numa análise mais profunda, fica claro que a concentração maior de Deus é no desenvolvimento interior.

Na fase III (amadurecimento do ministério) o enfoque principal de sua vida é o ministério. Receberá mais treinamento voltado para a sua função e as principais atividades nesta fase são ministeriais.

Na fase IV (amadurecimento da vida) o líder identifica seu conjunto de dons, dá frutos maduros e Deus agora age por meio dele. A comunhão com Deus torna-se fundamental; ela é mais importante que o sucesso no ministério. 

Na fase V (convergência) o líder é levado por Deus a desempenhar um papel que combina seu conjunto de dons, sua experiência, seu temperamento etc. O amadurecimento da vida e o amadurecimento do ministério chegam juntos ao auge. A principal meta desta fase é conduzir o líder a um papel e lugar em que pode ter eficiência máxima. 

A fase VI (celebração) acontece para poucos. O fruto do ministério e do crescimento de uma vida inteira culmina em uma era de reconhecimento e influência indireta de grande alcance. Líderes na fase de celebração construíram uma vida toda de contatos e continuam a exercer influência nesses relacionamentos. O seu depósito de sabedoria, acumulado em toda uma vida de liderança, continuará abençoando e beneficiando a muitos. 

Vale a pena notar que o Prof. Clinton enfatiza a singularidade da jornada de cada líder. Alguns podem enfrentar dificuldades, enquanto outros podem encontrar um caminho relativamente tranquilo. 

No entanto, o objetivo final permanece o mesmo: aproximar-se de Deus, compreender Sua vontade e liderar com sabedoria e graça.

(CLINTON, J. Robert. Etapas na vida de um líder. 2. ed. Londrina: Descoberta, 2008)

Fonte: https://oestandarte.vidaecaminho.com.br/etapas-na-vida-de-um-lider/
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January 31, 2026

Liderança com propósito



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Jorge Henrique Barro

Vivemos um tempo marcado por uma profunda crise de liderança, tanto no espaço eclesial quanto no político. Em diferentes contextos, cresce a sensação de ausência de referências confiáveis, enquanto, paradoxalmente, proliferam figuras fortes, carismáticas e polarizadoras. A promessa é quase sempre a mesma: ordem em meio ao caos, identidade em meio à confusão, segurança em meio ao medo. No entanto, quanto mais essas lideranças se afirmam pela força do discurso, da imagem ou do controle, mais evidente se torna o esgotamento desse modelo. O problema não é apenas a falta de líderes, mas o tipo de liderança que aprendemos a desejar.

Na igreja, essa crise assume contornos ainda mais delicados. Muitas comunidades passaram a confundir autoridade espiritual com visibilidade, unção com performance e fidelidade com alinhamento ideológico. No campo político, algo semelhante ocorre: líderes são elevados à condição de salvadores, enquanto instituições, processos coletivos e responsabilidades compartilhadas são enfraquecidos. Em ambos os casos, o resultado costuma ser o mesmo: dependência emocional, frustração recorrente e ciclos de idolatria e queda.

Criticar esses modelos, no entanto, não significa negar a necessidade da liderança. Comunidades não se sustentam sem referências, direção e cuidado. O problema não está na existência de líderes, mas na concentração excessiva de poder, na personalização da autoridade e na ideia de que tudo depende de uma figura excepcional. No testemunho bíblico, a liderança nunca é abolida, mas distribuída, limitada e colocada a serviço da vida comum.

O caminho para enfrentar essa crise não passa pela busca de líderes mais fortes, mais duros ou mais midiáticos. Pelo contrário, exige uma revisão profunda do imaginário que sustenta nossas expectativas. Liderança saudável nasce do caráter, não da plataforma. Ela se forma no chão da vida comunitária, onde há proximidade, prestação de contas e espaço para a fragilidade humana. Liderar, nesse sentido, não é dominar nem controlar, mas servir, sustentar e orientar.

Além disso, é urgente recuperar uma liderança encarnada, pastoral e relacional. Quando líderes se tornam apenas comentaristas culturais ou porta-vozes de disputas ideológicas, perdem a capacidade de cuidar de pessoas concretas. A autoridade que transforma não é a que vence debates, mas a que forma gente. Ela não se impõe, é reconhecida na coerência entre palavra, prática e caminho percorrido.

Outro elemento essencial é compreender que liderança cristã existe para formar comunidades maduras, não para substituí-las. Líderes saudáveis não criam dependência, criam discernimento. Seu êxito não está em se tornarem indispensáveis, mas em capacitar a comunidade a caminhar com responsabilidade, fé e autonomia espiritual. Onde isso acontece, a liderança deixa de ser um fardo insustentável ou um risco permanente e passa a ser um dom compartilhado.

Caminhos possíveis: marcas de uma liderança que serve à vida

Se queremos superar os modelos adoecidos que hoje dominam tanto o espaço eclesial quanto o político, precisamos reaprender a reconhecer e formar outro tipo de liderança. Não perfeita, não heroica, mas fiel.

Em 1o. lugar, trata-se de uma liderança cuja autoridade nasce da coerência, não do espetáculo. São líderes cuja vida sustenta suas palavras, e não o contrário. Eles não precisam estar sempre em evidência nem vencer todas as disputas, porque sua legitimidade não depende da performance, mas da confiança construída no tempo.

Em 2o. lugar, é uma liderança que forma pessoas, em vez de criar dependência. Esses líderes compartilham poder, informação e responsabilidade. Trabalham conscientemente para que outros cresçam, decidam e assumam tarefas. Seu sucesso não é medido pelo número de seguidores leais, mas pela maturidade das comunidades e instituições que ajudam a fortalecer.

Em 3o. lugar, trata-se de uma liderança que reconhece limites e valoriza a prestação de contas. Líderes saudáveis não governam sozinhos nem se colocam acima da correção. Eles compreendem que estruturas de escuta, avaliação e responsabilização não enfraquecem a liderança, mas a protegem, tanto de abusos quanto de idealizações perigosas.

Em 4o. lugar, essa liderança permanece enraizada na realidade concreta das pessoas. Em vez de operar apenas no plano das ideias, das guerras simbólicas ou das narrativas abstratas, ela se deixa afetar pelas histórias reais, pelos sofrimentos cotidianos e pelas contradições da vida comum. Decide não apenas para vencer debates, mas para cuidar de gente concreta.

Por fim, talvez a marca mais decisiva seja a consciência clara de que líderes não ocupam o lugar do absoluto. Eles sabem que sua função é provisória, limitada e delegada. Não se apresentam como salvadores, nem aceitam ser tratados como tais. Apontam para além de si mesmos, para princípios, valores, instituições e, no caso da fé cristã, para Cristo. Essa consciência protege o líder da idolatria e a comunidade do colapso quando ele falha.

Em tempos de crise, o caminho não é concentrar poder, mas redistribuir responsabilidade. Não é eliminar a liderança, mas purificá-la. Não é exaltar líderes, mas amadurecer o corpo. Onde isso acontece, a liderança recupera sua vocação original: servir à vida, sustentar comunidades e apontar caminhos, sem jamais ocupar o lugar que não lhe pertence.

Fonte: https://www.ultimato.com.br/conteudo/entre-o-vazio-e-o-poder-a-crise-contemporanea-da-lideranca
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January 30, 2026

Waiting

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²⁸ E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões;
²⁹ até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias.
³⁰ Mostrarei prodígios no céu e na terra: sangue, fogo e colunas de fumaça.
³¹ O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor.
³² E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
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January 29, 2026

Buscando a Deus

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¹ Como a corça anseia pelas correntes de água,
  assim minha alma anseia por ti, ó Deus.
² Tenho sede de Deus, do Deus vivo;
  quando poderei estar na presença dele?
³ Dia e noite, as lágrimas têm sido meu alimento,
  enquanto zombam de mim o tempo todo,
  dizendo: "Onde está o seu Deus?".
⁴ Meu coração se enche de tristeza,
  pois me lembro de como eu andava com a multidão de adoradores,
  à frente do cortejo que subia até a casa de Deus,
  cantando de alegria e dando graças,
  em meio aos sons de uma grande festa.
⁵ Por que você está tão abatida, ó minha alma?
  Por que está tão triste?
  Espere em Deus!
  Ainda voltarei a louvá-lo,
  meu Salvador e
⁶ meu Deus!
  Agora estou profundamente abatido,
  mas me lembro de ti,
  desde o distante monte Hermom, onde nasce o Jordão,
  desde a terra do monte Mizar.
⁷ Ouço o tumulto do mar revolto,
  enquanto suas ondas e correntezas passam sobre mim.
⁸ Durante o dia, porém, o Senhor me derrama seu amor,
  e à noite entoo seus cânticos
  e faço orações ao Deus que me dá vida.
⁹ Clamo: "Ó Deus, minha rocha,
  por que te esqueceste de mim?
  Por que tenho de andar entristecido,
  oprimido por meus inimigos?".
¹⁰ Os insultos deles me quebram os ossos;
  zombam de mim o tempo todo,
  dizendo: "Onde está o seu Deus?".
¹¹ Por que você está tão abatida, ó minha alma?
  Por que está tão triste?
  Espere em Deus!
  Ainda voltarei a louvá-lo,
  meu Salvador e meu Deus! 

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