Com quem você conversa?
Com quem você conversa?
Jesus é a exata expressão de Deus. Hebreus 1.
Quem me vê, vê o Pai. João 14.8
Jesus é a exata expressão de Deus. Hebreus 1.
Quem me vê, vê o Pai. João 14.8
A oração, em forma de prece, súplica, reza, ou mantra, enfim, é a mais elementar expressão de espiritualidade humana. Manter um diálogo com o transcendente é tão visceral quanto qualquer atividade consciente.
Por isso que uma das mais importantes afirmações cristãs é justamente a de que Jesus Cristo é Deus. Seus primeiros discípulos empenharam-se em registrar não somente as próprias declarações de Jesus a seu respeito como também seus testemunhos pessoais. Para eles, diante da vida e das confissões de Jesus, Ele é Deus.
Então, ao oramos, nós os cristãos podemos ter clareza de com quem estamos conversando. Não com uma probabilidade teísta. Não com uma projeção das loucuras humanas em divindades “superdimensionadas”, feitas à imagem e semelhança dos homens. Não com construções e argumentos religiosos da teologia que descreve Deus a partir da lógica. Na verdade, quando oramos, devemos falar com o Deus que se revelou.
Ser cristão é poder saber quem é o Deus com quem conversamos. Não há lugar para idolatria, que é conversar com deuses construídos a partir de falácias ainda que receba o nome de Jeová, Senhor, Deus ou até mesmo Jesus. De fato, não tateamos no escuro procurando por iluminação de lamparina, não estamos buscando conhecer um deus desconhecido, não realizamos despachos a deuses melindrosos e menos ainda concentramos força e concentração em explicações espiritualistas para um Ser Supremo, quase informe, quase energia, fonte de tudo, mas sem personificação.
Não. Nosso Deus tem nome, registro histórico e é uma pessoa, com quem conversamos lucidamente, sem medo. E por conhecermos seu caráter, demonstrado em suas atitudes enquanto esteve entre os homens, podemos conversar com Ele como quem conversa com um conhecido, alguém que não tem prazer em se esconder, mas em se revelar.
Se nos desviarmos de Jesus Cristo, revelado nas Escrituras e nos corações dos homens através de Seu Espírito Santo, qualquer deus será construído em nossa mente, falaremos com qualquer deus desconhecido, ou nem falaremos por acreditarmos se tratar de pura energia cósmica. Perderemos a verdadeira razão da sede de transcendência que habita todo ser humano, que é relacionar-se com o Deus pessoal que se fez homem para que pudéssemos conversar franca e sinceramente.
Quando oro, falo com Jesus Cristo, o Deus a quem entreguei a minha vida.
© 2006 Alexandre Robles
Fonte: http://www.atual.info/dev/atual_devocionais_one.asp?IDDev=283
Por isso que uma das mais importantes afirmações cristãs é justamente a de que Jesus Cristo é Deus. Seus primeiros discípulos empenharam-se em registrar não somente as próprias declarações de Jesus a seu respeito como também seus testemunhos pessoais. Para eles, diante da vida e das confissões de Jesus, Ele é Deus.
Então, ao oramos, nós os cristãos podemos ter clareza de com quem estamos conversando. Não com uma probabilidade teísta. Não com uma projeção das loucuras humanas em divindades “superdimensionadas”, feitas à imagem e semelhança dos homens. Não com construções e argumentos religiosos da teologia que descreve Deus a partir da lógica. Na verdade, quando oramos, devemos falar com o Deus que se revelou.
Ser cristão é poder saber quem é o Deus com quem conversamos. Não há lugar para idolatria, que é conversar com deuses construídos a partir de falácias ainda que receba o nome de Jeová, Senhor, Deus ou até mesmo Jesus. De fato, não tateamos no escuro procurando por iluminação de lamparina, não estamos buscando conhecer um deus desconhecido, não realizamos despachos a deuses melindrosos e menos ainda concentramos força e concentração em explicações espiritualistas para um Ser Supremo, quase informe, quase energia, fonte de tudo, mas sem personificação.
Não. Nosso Deus tem nome, registro histórico e é uma pessoa, com quem conversamos lucidamente, sem medo. E por conhecermos seu caráter, demonstrado em suas atitudes enquanto esteve entre os homens, podemos conversar com Ele como quem conversa com um conhecido, alguém que não tem prazer em se esconder, mas em se revelar.
Se nos desviarmos de Jesus Cristo, revelado nas Escrituras e nos corações dos homens através de Seu Espírito Santo, qualquer deus será construído em nossa mente, falaremos com qualquer deus desconhecido, ou nem falaremos por acreditarmos se tratar de pura energia cósmica. Perderemos a verdadeira razão da sede de transcendência que habita todo ser humano, que é relacionar-se com o Deus pessoal que se fez homem para que pudéssemos conversar franca e sinceramente.
Quando oro, falo com Jesus Cristo, o Deus a quem entreguei a minha vida.
© 2006 Alexandre Robles
Fonte: http://www.atual.info/dev/atual_devocionais_one.asp?IDDev=283

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