Perdoe nossas dívidas assim como nós temos perdoado aos nossos devedores
.
Chérie,
aqui Jesus fala do perdão no dia-a-dia, necessário para restaurar a comunhão.
Pedir a Deus que perdoe os nossos fracassos e pecados pessoais é hipocrisia se não estivermos dispostos a perdoar os outros. A oração em nome de Jesus requer perdão completo entre todos.
A nossa atitude quando pedimos perdão é como à do filho pródigo, profundamente arrependido e, como uma criança, sem nada a oferecer em troca.
Ser perdoado pelos erros que fizemos não justifica nossas ações nem as torna corretas.
Perdoar os outros é confiar e acreditar na justiça de Deus ao invés de se entregar ao complexo de inferioridade, que é a raiz da justiça própria.
A fatalidade de não perdoar é se tornar escravo da amargura, da hostilidade e da dissimulação. Além de perder a paz com Deus, paz com os outros e paz consigo mesmo.
Quando perdoamos os outros pelos erros que praticaram contra nós, não estamos desculpando o que eles fizeram - simplesmente reconhecemos que fomos magoados e que entregamos a questão a Deus.
Encarar a verdade nos livra de qualquer desculpa para continuar nosso comportamento compulsivo.
Bjs,
KT
- Ed René Kivitz
Qual foi a última
vez que alguém contraiu uma dívida impagável para com você?
Como você tratou ou
está tratando da situação?
Qual foi a última
vez que você contraiu uma dívida impagável para com alguém?
Como você tratou ou
está tratando da situação?
Qual é o aspecto
mais difícil da experiência de pedir perdão?
Qual é o aspecto
mais difícil da experiência de conceder perdão?
Por que o perdão
de Deus às nossas dívidas está condicionado ao perdão que concedemos aos nossos
devedores?
Chérie,
aqui Jesus fala do perdão no dia-a-dia, necessário para restaurar a comunhão.
Pedir a Deus que perdoe os nossos fracassos e pecados pessoais é hipocrisia se não estivermos dispostos a perdoar os outros. A oração em nome de Jesus requer perdão completo entre todos.
A nossa atitude quando pedimos perdão é como à do filho pródigo, profundamente arrependido e, como uma criança, sem nada a oferecer em troca.
Ser perdoado pelos erros que fizemos não justifica nossas ações nem as torna corretas.
Perdoar os outros é confiar e acreditar na justiça de Deus ao invés de se entregar ao complexo de inferioridade, que é a raiz da justiça própria.
A fatalidade de não perdoar é se tornar escravo da amargura, da hostilidade e da dissimulação. Além de perder a paz com Deus, paz com os outros e paz consigo mesmo.
Quando perdoamos os outros pelos erros que praticaram contra nós, não estamos desculpando o que eles fizeram - simplesmente reconhecemos que fomos magoados e que entregamos a questão a Deus.
Encarar a verdade nos livra de qualquer desculpa para continuar nosso comportamento compulsivo.
Bjs,
KT
PERDOE AS NOSSAS DÍVIDAS
- Ed René Kivitz
Quando oramos “perdoa as
nossas dívidas assim como perdoamos nossos devedores”, somos lembrados do
processo, dos propósitos e dos princípios do perdão.
- Processo: confrontação, arrependimento, confissão, e perdão.
- Propósitos: preservar a dignidade da pessoa ofendida, oferecer ao ofensor a possibilidade de transformação, e dar continuidade a um relacionamento entre pessoas livres.
- Princípios: a experiência do perdão desmascara a prepotência humana diante de Deus e da vida, demonstra o valor da pessoa e dos relacionamentos humanos, e demonstra que os relacionamentos sobrevivem apenas pela gratuidade.
Jesus inclui a experiência
do perdão na essência da oração. A parábola do “credor incompassivo” (Mateus
18.21-35) nos esclarece o processo, os propósitos e as lições do perdão.
O processo do perdão é
constituído de quatro fases:
(1) Confrontação:
conforme Mateus 18.15-20, quando alguém comete pecado contra nós, devemos
repreender a pessoa em particular. Repreender significa literalmente “trazer à
luz”, oferecer condições para que a pessoa tome consciência do seu pecado.
(2) Arrependimento,
do grego metanoia (meta-nous), isto é, expansão da consciência. A pessoa se
arrepende quando toma consciência de algo que lhe estava encoberto.
(3) Confissão: mais
do que mera concordância, mas disposição de assumir o ônus do pecado cometido.
(4) Perdão: liberação da
dívida impagável contraída pelo ofensor.
Podemos considerar que são
três os propósitos do perdão:
(1) Preservar a
dignidade da pessoa ofendida, pois um credor que não confronta seus devedores
torna-se cúmplice conivente com um estilo de vida que insiste em contrair
dívidas impagáveis, e nesse caso, torna-se também co-responsável pelas ofensas
que sofre.
(2) Oferecer ao
ofensor a possibilidade de transformação, pois uma vez confrontado com seu
pecado, o ofensor tem a oportunidade de arrependimento, isto é, tomar
consciência das conseqüências funestas da maneira como vive, e escolher mudar
de direção.
(3) Dar continuidade
a um relacionamento entre pessoas livres, pois as dívidas impagáveis mantêm
ofensor e ofendido escravizados ao débito, isto é, vivendo em função de um
pecado, de modo que seu relacionamento ou se dissolve, ou é mantido pela
submissão obrigatória do ofensor aos caprichos do ofendido.
As lições do perdão podem
ser também apenas três:
(1) Desmascarar a
prepotência humana diante de Deus e da vida, pois assumir compromissos de
pagamento de dívidas em relação a Deus e às pessoas é uma tolice, pois a dívida
não é do tamanho da ferida causada, mas da pessoa ofendida. Nesse caso, quando
Deus é o ofendido, a dívida é eterna, e nenhum ser finito pode pagar dívida
eterna. Quando uma pessoa é ferida, a dívida é infinita, e a única maneira de
quitar uma dívida infinita é abrindo mão de existir, o que nenhum ser humano
pode fazer (pode escolher morrer, mas não pode escolher deixar de existir).
(2) Demonstrar o
valor da pessoa e dos relacionamentos humanos, pois o perdão existe para
dívidas impagáveis, isto é, para dívidas contraídas em relação a pessoas, e
pessoas possuem valor infinito.
(3) Demonstrar que os
relacionamentos sobrevivem apenas pela gratuidade. Nenhum relacionamento
sobrevive pelo mérito humano. Somente o perdão de Deus e o perdão das pessoas
às nossas dívidas impagáveis, nos concedem a oportunidade de permanecer
vinculados uns aos outros em amor. Amar é perdoar sempre. Como Deus fez por nós,
fazemos uns pelos outros.
E você?
Fonte: http://ibab.com.br/guiasdeestudo/pai_nosso-08.pdf

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